CIEP 452 (Itaboraí)

A visita do CIEP 452, de Itaboraí, com 34 alunos e 4 Professoras, foi uma festa. Eram turmas misturadas, do 4° ao 9°. A Professora Ana Luiza Magalhães da Sala de Leitura, era a regente junto com Bianca Marinho, Denise Ramos e a Inspetora Luciana Amorim. A mesa era farta. Fiz 2 bolos e 2 pães recheados com a minha única mão, Vanda fez kibe de abóbora e cachorro quente. Os outros bolos comprei. Logo, na nossa roda de conversa, um aluno falou que a escola precisava melhorar. Falei de duas ou três coisas qu realmente em qualquer escola, precisariam mudar: 1- A campainha estridente entre uma aula e outra, como as de fábrica ou prisão. 2- A arrumação das cadeiras, uma atrás da outra, cada um olhando a nuca do outro. Melhor trabalhar em círculo, olhos nos olhos. 3- A primeira aula poderia começar com um poema ou um mini conto, para acordar a alma. Quando somos tocados por alguma coisa, acordamos. Li Quem Vê Cara não Vê Coração, poemas onde brinco com os ditados populares, alguns poemas do Vira Virou, brincamos de virar e desvirar e um poema de gatos e cachorros. Quase todos tinham um bicho de estimação, então contei que os gatos eram deuses no Egito e malditos na Idade Média. O momento MAR foi o mais esplêndido. Parabéns a Professora Ana Luiza, que desceu com eles e com carinho conseguiu contê-los, sempre sob os olhos e todos respeitaram a fronteira entre a areia e o mar.
O BRAÇO MAGICO – Trechos do lançamento

Escritora Roseana Murray lança o livro ‘O braço mágico’ no Rio. Poeta transformou em obra infantil o episódio traumático de sua amputação após ser atacada por três cães, em Saquarema, em abril.
Clube de Leitura da Casa Amarela

De dois em dois meses abro as portas da minha casa, desde 2010, para a mais bela comemoração em torno de um livro escolhido por mim. Desta vez lemos HAMNET, de Maggie O’ Farrel. Com os poucos elementos que tinha, Maggie nos traz a mulher de Shakspeare, Agnes, uma mulher selvagem, singular, conhecedora das ervas, curandeira, com todos os instintos afiados. A maestria da autora é imensa, no tempo de duração da leitura, habitamos o coração de Agnes, vivemos sua vida, suas alegrias, seu luto, suas adivinhações, premonições. As relações entre irmãos, mãe e filhas, sogra e nora, são esmiuçadas como quem olhasse com uma lupa, as contas de um colar. O mapa de Londres se desenrola diante de nossos olhos, sob as patas dos cavalos. Shakespeare nunca é nomeado, é aquele que parte para exercer seu dom. Tudo foi discutido pelo grupo dos leitores do Clube de Leitura da Casa Amarela, apaixonadamente. Depois veio a feijoada da Vanda. Eu jamais poderia fazer esse encontro sem a Vanda, sua filha Liliam e Samuel. São meus ajudantes guardiões. Todos brindamos. As taças tilintaram. Sinos pela literatura e pela vida.
E-book – Carta ao Meu Neto – Roseana Murray

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Los poetas no mueren – Por Juan Arias – Sarau do Clube de Leitura da Casa Amarela
Sarau HEAT F – Poesia com Roseana Murray
Roseana, Básica e Transcendental – Rafael Santana
Rafael Santana Resumo Resumo: Este ensaio examina a livro Emaranhado de Roseana Murray, destacando a sua complexidade poética e metapoética. Adentra, ademais, a interseção entre vida e poesia, explorando as interlocuções da autora com a sua expressividade artística. Analisa ainda poemas específicos, ressaltando, por exemplo, a simbologia da lua e do pão, a relação entre feminilidade e poesia, além de estabelecer uma articulação psicanalítica com temas quer freudianos, quer lacanianos. Aborda também a importância de ouvir o silêncio em meio à tagarelice do século XXI e destaca a habilidade da autora em transitar por entre o sombrio e o luminoso, sempre a regressar com uma mensagem de esperança em meio às caóticas – e não poucas vezes mortíferas – cenas da vida contemporânea. Por meio de um exercício metapoético, Roseana Murray perscruta a sua visão tanto sobre o processo de escrita quanto sobre a existência, condicionados, claro está, ao gesto de pensar, enquanto poeta, o seu lugar de humanidade e na humanidade e, por conseguinte, a sua própria finitude. Abstract: This essay scrutinizes the complex poetic and metapoetic tapestry of Roseana Murray’s book Emaranhado. It also ventures into the intersection between life and poetry, examining the author’s profound dialogues with her artistic expression. Moreover, it undertakes a detailed analysis of specific poems, highlighting, for instance, the symbolism of the moon and bread, the intricate relationship between femininity and poetry, and establishing a psychoanalytic articulation that engages with both Freudian and Lacanian themes. Additionally, it explores the significance of silence in the midst of the chatter of the 21st century, emphasizing the author’s ability to navigate between the shadowy and the luminous, consistently returning with a message of hope amidst the chaotic – and often deadly – scenes of contemporary life. Through a metapoetic exercise, Roseana Murray scrutinizes her vision of both her writing process and her existence, conditioned, of course, by the inherent gesture of grappling with her place in humanity and within the human experience, leading inevitably to a profound exploration of her own finitude. Texto completo: BAIXAR PDF PARA LEITURA
Ebook – Babel e a Sereia – Roseana Murray e Mariana Massarani

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E-book – A Morte Sobre o Corpo – Roseana Murray

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E-book – Gavetas – Clube de Leitura da Casa Amarela

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