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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Roseana Murray</provider_name><provider_url>https://roseanamurray.com/site</provider_url><author_name>admin</author_name><author_url>https://roseanamurray.com/site/author/admin/</author_url><title>Encontro - Roseana Murray</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="PubNALGFWz"&gt;&lt;a href="https://roseanamurray.com/site/2015/03/08/encontro/"&gt;Encontro&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://roseanamurray.com/site/2015/03/08/encontro/embed/#?secret=PubNALGFWz" width="600" height="338" title="&#x201C;Encontro&#x201D; &#x2014; Roseana Murray" data-secret="PubNALGFWz" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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</html><description>Ontem aconteceu o nosso encontro do Clube de Leitura da Casa Amarela. Recebemos uma convidada muito especial: Suzana Vargas, poeta, criadora do espa&#xE7;o Esta&#xE7;&#xE3;o das Letras no Rio de Janeiro.E Cristiano Mota Mendes, m&#xFA;sico, ator, diretor de teatro, leitor extraordin&#xE1;rio, que de vez em quando aparece. O grupo &#xE9; bastante heterog&#xEA;neo, o que torna a leitura de um livro extremamente rica, s&#xE3;o tantos olhares diferentes . Come&#xE7;amos com Marca D&#x2019;&#xC1;gua de Joseph Brodsky, que nos leva com seus olhos de poeta por uma Veneza no inverno, que eu achava em preto e branco, mas Maria Clara me chamou a aten&#xE7;&#xE3;o para os dourados delicad&#xED;ssimos na luz do inverno. Maria Clara tamb&#xE9;m nos diz que pelo fato de ter voltado a Veneza 17 vezes, a intimidade do poeta com os labirintos venezianos o torna quase um ser aqu&#xE1;tico. Adelaide, Jana&#xED;na, C&#xE9;sar e Maria Clara comentaram sobre a dificuldade de entrar no livro e eu diria que h&#xE1; que atravessar o primeiro nevoeiro, pois n&#xE3;o &#xE9; um romance, n&#xE3;o &#xE9; um livro de poemas. &#xC9; uma divaga&#xE7;&#xE3;o, um quase sonho. H&#xE9;lio diz que &#xE9; uma prosa po&#xE9;tica e rom&#xE2;ntica. Juan falou sobre dois momentos do livro que tamb&#xE9;m aconteceram com ele em viagens a Veneza. Juan &#xE9;, como Brodsky, um amante de Veneza, de tal maneira, que Felipe Gonzalez, quando estava no poder, lhe ofereceu o cargo de C&#xF4;nsul Honor&#xE1;rio O passeio de g&#xF4;ndola por uma Veneza desconhecida onde o gondoleiro pediu que se deitasse no fundo do barco e o encontro com a vi&#xFA;va de Ezra Pound. No livro Brodsky faz um passeio impressionante de g&#xF4;ndola &#xE0; noite. Leila nos diz que fez um passeio de g&#xF4;ndola bem tur&#xED;stico, mas completamente emocionante. Ela encontrou a paz, e tamb&#xE9;m um novo olhar sobre a cidade. Ningu&#xE9;m conhece a origem das g&#xF4;ndolas, diz Juan, e Chico conta das g&#xF4;ndolas em Las Vegas, para mim, algo completamente estranho. Como uma baleia num aqu&#xE1;rio. Juan completa: ao conhecer uma f&#xE1;brica de g&#xF4;ndolas em Veneza, lhe contam que os maiores compradores s&#xE3;o americanos. Angela e Helio leram trechos bel&#xED;ssimos. Todos falamos sobre a beleza que o olho encontra naturalmente em cada lugar que pousa. Assim tamb&#xE9;m a escrita de Brodsky, maravilhosa. Falamos dos espelhos e da &#xE1;gua. Da &#xE1;gua calma e lacustre e ent&#xE3;o passamos para o mar, para Veneza no ver&#xE3;o, para Morte em Veneza. Continuo amanh&#xE3; a nossa viagem.</description></oembed>
