
Ler uma peça de teatro tem sido uma experiência gratificante para todos , muito diferente de ler um romance ou um conto.
O que desejo é construir uma pequeníssima biblioteca com os Grandes autores de teatro.
O auto do Ariano é simplesmente divino e endiabrado.
Remonta a Gil Vicente, nos traz o cordel nordestino, os saltimbancos, o circo. Com uma crítica feroz a todo o poder, a Igreja, os patrões, também é uma ode à amizade e ao perdão. Um retrato vivo das mazelas do sertão nordestino da época em que foi escrito, tudo isso em tom de farsa e comédia.
Nossa próxima leitura será Esperando Godot, de Becket