E.M. Professora Paulina Porto

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Receber alguns alunos em casa é como abrir uma caixinha de surpresas: nunca sei como será.

Eles eram do primeiro e segundo ano, ainda aprendendo a ler. Tinham de 7 a 10 anos.

Um bando de passarinhos voando de lá pra cá!

Primeiro a preparação da mesa do café, desde a véspera. Depois Samuel e Vanda chegam e me ajudam a fazer o cenário da varanda.

As crianças da E.M Professora Paulina Porto, zona rural de Tanguá, já chegaram animadíssimas. Quando abri o portão entraram radiantes e se jogaram no tapete com as almofadas.

Perguntei quem queria ir ao banheiro. Todos.

Na volta do banheiro já falavam que estavam com fome.

Então começamos pelo lanche. Fiz dois bolos, um de fubá com coco e outro de chocolate, fiz quibe de forno, pão recheado, comprei panetone, sucos e café com leite.

Começamos com meu livro Carona no Jipe, depois Caixinha de Música e Brinquedos e Brincadeiras.

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Fechamos com o Receitas de Olhar.

Mas para cada poema que leio com eles eu tenho brincadeiras. São brincadeiras com poesia.

Eles se maravilharam com o barulho do mar.

Diziam sempre: o mar está bravo!

Depois foram pro jardim e brincaram de pique esconde, tiramos fotos e era linda de ver a alegria deles.

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A escola, na zona rural, não tem quintal de terra ou grama. É tudo cimento, me conta a Professora Vladimara.

E hoje para eles era mesmo dia de festa. Ainda iam na lagoa e no Museu Arqueológico de Araruama.

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